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sexta-feira, 21 de junho de 2013

O dia seguinte no país do futebol;MUDA BRASIL!!!


Alguém precisa falar mais alguma coisa???
Se existia alguma duvida sobre a antiga frase: O poder é do povo ou poder para o povo, estes dias de manifestações por todo o Brasil acaba de mostrar isto na pratica.
Agora é só começar a fazer o serviço, que não é pouco, começando pelo sistema de transporte publico de todo o país que precisa ser revisto, não só municipal. Depois é só continuar o serviço.
Agora, ou começam  e que fique bem claro, CHEGA DE REMENDOS OU MAIS MAQUIAGENS, ou pelo que deu pra perceber pelas ruas muita gente vai perder o emprego nas próximas eleições...E não custa lembrar;GOVERNEM PARA O POVO QUE OS ELEGEU E NÃO SOMENTE PARA UMA PEQUENA PARTE DA POPULAÇÃO, TRABALHEM PARA O POVO DO BRASIL E NÃO PARA OUTROS INTERESSES, OS INTERESSES DA POPULAÇÃO NÃO PODEM ESTAR ABAIXO DOS INTERESSES DA FIFA( por exemplo) QUE PARECE DAR ORDENS NO PAÍS. Vanderlei Prado













































É o que todos esperam
 Esta matéria mostra de onde parte a violencia de verdade, o povo e a policia se matando nas ruas depois é somente mais um detalhe sordido da nossa história.

Investigação do MP aponta desvios em receita de tarifa de ônibus de SP

 Relatórios do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), órgão do Ministério da Fazenda que apura lavagem de dinheiro, encontraram "movimentações atípicas" em dinheiro vivo de empresários ligados à companhias de ônibus que atuam na cidade de São Paulo. Segundo informações divulgadas no jornal Folha de S. Paulo deste domingo, a empresa Happy Play, que não tem um único ônibus, mas integra consórcio, recebeu R$ 4,8 milhões em depósitos em dinheiro num único ano. Por essas movimentações, as empresas e seus donos tiveram seus bens bloqueados pela Justiça, mas depois a medida foi cassada.http://noticias.terra.com.br/brasil/transito/,3a6435d26ff6f310VgnVCM20000099cceb0aRCRD.html?fb_ref=FBRecommPluginTerra

terça-feira, 18 de junho de 2013

ONU apela para que Brasil garanta manifestações pacíficas

ONU apela para que Brasil garanta manifestações pacíficas e investigue denúncias de violência e arbitrariedade

18/06/2013 - 10h05

Renata Giraldi
Repórter da Agência Brasil

Brasília –  A Organização das Nações Unidas (ONU), por intermédio do escritório de direitos humanos da entidade, defendeu que o governo do Brasil adote as medidas necessárias para garantir a liberdade às manifestações no país. Em comunicado, o escritório recomendou a busca pelo diálogo, o fim da violência na repressão aos protestos e investigações sobre os casos de arbitrariedade.
O porta-voz do escritório de direitos humanos das Nações Unidas, Rupert Colville, elogiou a presidenta Dilma Rousseff por demonstrar compreender os anseios da sociedade. “Parabenizamos a declaração da presidenta Dilma Rousseff ao afirmar que as manifestações pacíficas são legítimas, bem como o acordo na segunda-feira [17] para que a polícia de São Paulo não use balas de borracha”, disse ele.
Porém, Colville disse estar preocupado com os relatos enviados ao escritório das Nações Unidas. Segundo ele, há relatos sobre danos, ferimentos, prisões e detenções e arbitrariedades. “Algumas organizações da sociedade civil têm também denunciado a arbitrariedade de algumas dessas detenções”, ressaltou ele, em entrevista coletiva, concedida em Genebra, na Suíça.
“Instamos todas as partes envolvidas para que se envolvam [na busca por] um diálogo aberto para encontrar soluções para o conflito e as alternativas para lidar com as demandas sociais legítimas, em como para evitar mais violência”, disse Colville.
No comunicado, a ONU diz que os protestos foram motivados pelo aumento dos preços das passagens dos transportes públicos, pelos gastos com a Copa Mundo de 2014 e as Olimpíadas do Rio em 2016. “Com mais protestos planejados, estamos, contudo, preocupados com o uso excessivo da força policial relatada nos últimos dias, [que] não deve ser repetida”, diz o texto.
Em seguida, Colville acrescentou que: “Apelamos ao governo do Brasil a tomar todas as medidas necessárias para garantir o direito de reunião pacífica e evitar o uso desproporcional da força durante os protestos. Também solicitamos às autoridades que realizem investigações imediatas, completas, independentes e imparciais sobre o alegado uso excessivo da força”.
Edição: José Romildo
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 Protestos no Brasil repercutem na imprensa internacional


Abaixo o vandalismo e vivam os vândalos brasileiros

POR JOSÉ RIBAMAR BESSA FREIRE
1968: nota do jornal O Paiz destaca o repórter Bessa Freire em foto do Correio da Manhã 

É. É isso mesmo que você leu. Cada um defende sua tribo. Esse locutor que vos fala já foi chamado de vândalo, sofreu prisão e respondeu processo por danos ao patrimônio público, numa passeata na Rua Uruguaiana, no Rio. Mas isso foi no século passado, em 1968. Acontece que agora muitos manifestantes, que podiam ser meus netos, são presos sob a mesma acusação com ou sem culpa no cartório. Do Oiapoque ao Chuí, a mídia jura que os vândalos tomam contam do país.
"Vândalos provocam destruição em Minas", berra O Globo (27/6) em manchete de oito colunas. "Moradores improvisam 'milícia' contra vândalos no RS" – grita a Folha de S. Paulo (29/6), informando em outro título: "No Rio, 'pitboys' são suspeitos de ataques a concessionárias". Alguns apresentadores de telejornais chegam a encher a boca, saboreando cada letra da palavra.
Afinal, quem são os vândalos? Depende do momento, do lugar e de quem nomeia. Originalmente era uma tribo que falava vândalo, uma língua germânica, e que num conflito armado com o Império Romano saqueou Roma, destruindo muitas obras de arte. Por extensão, no século XVIII, na França, foram assim chamados os revolucionários que na luta contra o feudalismo e a monarquia arrasaram monumentos e prédios públicos. Na Av. Paulista, há quinze dias, vândalo era todo e qualquer manifestante que protestava pacificamente. Hoje, nas capitais brasileiras, são grupos considerados pela polícia como baderneiros.   Muito antes disso, Roma havia sido incendiada, mas não pelos vândalos. Durante dias o fogo consumiu a cidade, transformando o Templo de Júpiter num monte de cinzas. Até mesmo os que suspeitavam que o incendiário era o imperador Nero jamais usaram a palavra vândalo para designá-lo.
De Nero aos dias de hoje, ninguém que vandalizou em nome do Estado foi estigmatizado. O presidente George Bush também nunca foi chamado de vândalo, apesar de ter indignado a comunidade internacional quando comandou o saqueio no Iraque e destruiu, entre outros, o Museu de Arqueologia de Bagdá, sacrificando milhares de vidas humanas, inclusive de civis.
Wandali conquisiti
Ou seja, parece que bárbaros – como queria Montaigne – são sempre os outros, os derrotados, porque quem ganha tem o poder de nomear, de batizar, de dar nome aos bois, de classificar e de dizer quem é e quem não é vândalo. E no séc. VIII, os vândalos foram definitivamente derrotados: Wandali conquisiti sunt. Não sobrou nenhum para contar a história. Diz um provérbio da Nigéria: "Enquanto os leões não tiverem seus próprios historiadores, as histórias de caça sempre glorificarão o caçador".
Um caçador de São Paulo, governador Geraldo Alckmin, com aquela cara de babaca (desculpem baixar o nível, mas que ele tem cara de babaca tem) e o prefeito da capital, Fernando Haddad (que não tinha, mas está se esforçando pra ter)  justificaram inicialmente a repressão policial. Naquele momento, para eles, quem protestava contra o aumento do preço da passagem de ônibus era vândalo. As manifestações cresceram, o governo recuou e finalmente reconheceu que nem todo manifestante era vândalo.
No Rio de Janeiro, o governador Sérgio Cabral, com cara de Alckmin, declarou que a Polícia Civil havia identificado pelo menos cinco grupos que "vem cometendo atos de vandalismo, lesões corporais e furtos". Na lista, estão "os anarcopunks, os militantes de partidos políticos mais radicais (não mencionou quais), os brigões oriundos de torcidas de futebol, os neonazistas e os bandidos de facções criminosas". Faltou nomear mais dois grupos: a própria polícia que promoveu quebra-quebra e os revoltados, que estão putos da vida.
É o que os franceses chamam de ras-le-bol, ou seja, estar de saco cheio. As pessoas não aguentam mais engarrafamentos infernais, transporte coletivo precário, violência policial, insegurança, hospitais recém-inaugurados que não funcionam ou que desabam como no Ceará, estádios caindo como o Engenhão, obras superfaturadas, serviços de saúde e educação que atentam contra a dignidade humana, justiça lenta, enfim a impunidade dos vândalos de colarinho branco. Desconfiam do governo, do judiciário, do congresso, dos partidos políticos e não consideram as oposições alternativa de poder.
Alguns colunistas, assustados, de um lado com a rejeição aos partidos políticos e de outro com o quebra-quebra, tacharam esses manifestantes de vândalos, neonazistas, radicalóides sociopatas, pitboys de passeata ou, como quer Arnaldo Jabor, "vagabundos, punks e marginais que se aproveitam sabendo que a polícia não pode matar". Não querem entender que as manifestações são sintomas da crise de representatividade na qual está mergulhado o país.
As evidências apontam muita gente boa entre os que inicialmente promoveram o quebra-quebra e que simplesmente estavam emputecidos. Usaram o modelo de linguagem da própria polícia que espalha terror e medo em comunidades carentes, como vem fazendo, no Rio, o Batalhão de Operações Especiais, que quebra, mata, esfola e saqueia.
Fioforum infra
Tem forte carga simbólica o fato de que a violência tenha atingido ônibus, pontos de ônibus, relógios públicos, radares, semáforos e equipamentos de apoio ao tráfego que foram destruídos, assim como alguns monumentos e prédios públicos pichados e depredados. Não se trata de defender o vandalismo, porque quem vai pagar a conta somos todos nós, mas de buscar as razões que levam pessoas a manifestarem assim sua indignação.
No século XIX, condições subumanas de trabalho, jornadas prolongadas, salários miseráveis, levaram trabalhadores ingleses da indústria nascente, entre eles mulheres e crianças, a destruírem máquinas e equipamentos industriais, num movimento que ficou conhecido como ludismo em referência a Ned Ludlam, líder do movimento. Karl Marx, que criticou o quebra-quebra, buscou ver a semente revolucionária que ele continha e que foi canalizado para a reivindicação de reformas sociais e políticas e acabou originando novos métodos de luta, com o fortalecimento dos sindicatos.
Esses movimentos sempre trazem mudanças. As cinco pessoas assassinadas no Morro do Borel é que deram origem, em 2004, à Rede de Comunidades e Movimentos contra a Violência, que está convocando agora uma manifestação pacífica neste domingo, durante a final da Copa das Confederações.
- É muito difícil organizar uma manifestação pacífica na rua, no Brasil, porque o Estado é violento", disse à Folha Caio Martins, 19 anos, estudante de Historia da USP, que milita no Movimento Passe Livre (MPL) desde 2011. Ele condenou a polícia que na primeira passeata pacífica lançou uma bomba de efeito moral decepando um dos dedos de uma manifestante.
É evidente que ninguém pode aceitar a destruição do patrimônio ou a agressão às pessoas, sejam elas promovidas pela polícia ou por manifestantes. No entanto, muitas vezes, o aparelho policial busca bode expiatório. Em 1968, num primeiro momento, fui acusado de ter incendiado uma viatura na Rua Uruguaiana. No final, acabaram me processando por haver rasgado a farda de um policial. Nenhuma das acusações era verdadeira.
Quando a Polícia pediu ajuda ao MPL para identificar os vândalos, seus integrantes se recusaram. Poderiam muito bem, reconhecendo que Wandali conquisiti sunt, citar um dos reis vândalos, não sei se Hilderico ou Gunderico: "Fioforum plus infra est", ou como diria Cícero no senado romano:  "O buraco é mais embaixo".
Abaixo o vandalismo!  Vivam os vândalos!

sábado, 15 de junho de 2013

São Paulo; A “Guerra” nossa de cada dia, $ 3,20 Não!


Depois de instalado o caos e a destruição na cidade, manifestantes presos e  feridos, jornalistas e também policiais, fala-se em dialogo... Isto é bom, mas porque isto nunca é feito bem antes da desgraça acontecer. O que aconteceu nas manifestações contra o aumento da passagem foi só uma pequena ponta estourando de uma realidade fantasiada, bem maquiada onde pessoas pagam transporte caro, viajam espremidas como animais para tentar chegar ao trabalho, falta segurança nas ruas, imposto pra tudo... Tratam o povo como algo sem importância, tente conversar com algum órgão publico, você vai ficar ouvindo musiquinha, sendo repassado pra outro ramal e mais musica. Neste caso do aumento na passagem; Porque não existe concorrência no transporte publico, isto poderia baixar os preços? No Chile em 82 você ficava no ponto e passavam varias linhas de ônibus e lotações te oferecendo o serviço, até doces eles davam pra conquistar o passageiro. Eles tinham também um tipo de taxi coletivo; o carro podia pegar um unico passageiro mas no caminho, uma linha definida, podia ir pegando mais passageiros, com isto o preço era baixo e o serviço do taxi exclusivo funcionava normalmente, todos ganhavam.
Realmente deve ser muito difícil agora para o Haddad mexer nas contas e abaixar o preço, mas a pergunta pra mim é; Como os preços chegaram neste nível absurdo e nunca houve um controle serio sobre estes aumentos abusivos? E porque um candidato vira Prefeito, Governador com votos do povo que o elegeu, pensando na mudança e depois ele não pode fazer nada contra este poder das Empresas de Transportes publicos?  ACREDITO QUE O POVO AINDA VOTA PORQUE ESPERA MUDAR A SUA REALIDADE E NÃO VER SEUS CANDIDATOS SE TRANSFORMANDO EM BONECOS A CADA NOVA ELEIÇÃO. Então se o candidato já sabe que não vai poder fazer nada, porque que ele vai se meter nesta enrascada e frustrar o eleitor.
Apesar de eu ser contra fazer estragos nas coisas dos outros e também tem muita gente que realmente gosta de quebrar tudo, NÃO SABE NEM O QUE ESTA FAZENDO NO MEIO DA MULTIDÃO, mas pra mim a verdadeira violência é causada principalmente pela negligencia de um Estado que não trata o povo como deve e sim esta a serviço de uma política que perdeu o sentido, se faz politica não para o bem do cidadão e sim politica para a politica, discursam todo o tempo sobre a criação de partidos, troca de cargos e criação de muita burrocracia, muitos trabalham em leis para o beneficio próprio. Quanto ganha a maioria das pessoas que ocupam cargos públicos de nível médio e mais alto neste país? Será que alguém que ganha mais de $ 20.000, mais benefícios de todos os tipos vai perder tempo pra pensar em mudar de verdade o Brasil? A violência que muitos falam agora é somente um pequeno resultado do processo de construção da miséria por décadas. Estas pessoas sem cara que muitas vezes estão por trás de tudo influenciando e na verdade dando as ordens por tabela, tem um apetite por dinheiro que não tem limite, o povo praticamente esta sendo massacrado todos os dias vitima deste descaso e eles seguem se divertindo e trabalhando mais ainda pra desgraça das pessoas. Certo dia na madrugada na rua Augusta, quando na perseguição do comercio irregular, uma senhora de mais de 60 anos que teve que correr da policia para não perder a sua pequena caixa de isopor com cervejas disse pra mim; O que eles tão querendo fazer? Matar a gente de fome? Este caso é outro assunto, mas eles FODEM com a vida do povo de todo o jeito sem dar treguas, sem dar alternativas. O que as pessoas que tem o poder neste país fazem só tem um nome; Burrice. Eles se acostumaram com a situação confortável de espremer e tirar sempre de um povo que trabalha muito, tudo, causando aí sim, a verdadeira violência que é a miséria da maioria, o pesadelo social. E eles passam bem longe da sua grandiosa obra porque não circulam pelas ruas e quando o povo que ganha muito mal faz alguma reivindicação, não atendem, então a coisa ferve e perde o controle, então o Governador por exemplo na TV atribui o ocorrido a um monte de “vândalos”. Como eu já disse, sou contra quebrar coisas dos outros, sou contra a violência de todos os tipos, mas quando o Estado não faz o seu papel direito, quando o Estado não respeita os direitos da população que paga os salários dos políticos e da própria policia, dá nisto.
O Brasil precisa acabar com esta farsa que esta tudo bem( esta tudo bem maquiado) e se transformar em um país onde os recursos beneficiem o seu povo e não somente aos verdadeiros “Vândalos” nesta história; os sugadores da riqueza do trabalho do Brasileiro. Também é bom o pessoal entender que a luta deste pessoal nas ruas de SP que esta se estendendo para outras partes do Brasil, não é simplesmente pelos $ 0,20 de aumento na tarifa, como esta sendo comentado como clichê e sim também por direitos. SIMPLESMENTE ISTO!
Vanderlei Prado
Viva a Demoniocracia do Brasil!

São Paulo: A polêmica sobre as manifestações do Passe Livre( Viomundo)http://www.viomundo.com.br/denuncias/sao-paulo-a-intensa-polemica-sobre-as-manifestacoes-do-movimento-passe-livre.ht

 MPl http://tarifazero.org/mpl/

Geraldo Vandré - Pra Não Dizer Que Não Falei Das Flores https://www.youtube.com/watch?v=5UPnQTvYT_U 

domingo, 2 de junho de 2013

Aprovado projeto que permite o trabalho de artistas de rua em São Paulo

Imagens da era Kassabianamonolitica que espero que fique no passado

Depois de muita luta,( nós do artesanato começamos pela Câmara Municipal em 2003 o que resultou no PL 799/05 que ainda não foi aprovado mas já passou por todas as comissões) foi aprovado na Câmara Municipal o PL 489/2011 este com o trabalho dos artistas de rua de SP. Depois de muita perseguição humilhação, parece que artistas de rua e também artesãos, porque segundo o projeto esta permitido também a venda de artesanatos desde que de autoria do expositor, vão poder "respirar" em SP. Acredito que agora artistas e artesãos tem uma ótima ferramenta para melhorar a qualidade e forma de trabalhar nas ruas. Pode haver problemas, quanto a diversas questões que envolvem a classe, mas com o PL aprovado, os detalhes podem ser discutidos tranquilamente com a Prefeitura. Agora vamos a pratica e para a outra etapa que é ver a lei sendo cumprida. Com esta atitude a Câmara Municipal deu um sinal positivo para a questão da cultura de rua em SP e Haddad assinando demonstrou a sua capacidade para entender a cidade, muito diferente da terrível era Kassab. É isto, Arte na Rua porque se queremos uma sociedade melhor, temos que pensar na educação, cultura de diversos tipos e para todos e na capacidade que estas coisas juntas tem de gerar renda e assim colaborar pra diminuir a violência social. Vanderlei Prado





A feirinha da Teodoro Sampaio que ainda estamos tentando legalizar









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