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sexta-feira, 13 de julho de 2012

Você deixaria a sua avó namorar um Rolling Stone?/ 50 anos de rock

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A melhor banda de rock'n'roll de todos os tempos completa 50 anos e tudo isto graças ao trem e ao bom e velho blues.
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Rolling Stones '73 Bitch with Live audio and video

videoGimme Shelter/40 anos de banda Londres 2003
 


segunda-feira, 9 de julho de 2012

A História Impopular dos Rolling Stones

Os Rolling Stones são vistos, principalmente pelo público americano, como a maior banda de rock 'n' roll do mundo. Realmente, quando eles tocam puro rock 'n' roll, não há banda igual. Existem bandas mais pesadas, mais habilidosas, até mais criativas. Porém nenhuma toca o ponto nevrálgico do rock 'n' roll como os Rolling Stones.
Na década de sessenta, mais do que uma geração hippie e uma revolução musical, dois termos a tempos já tornados clichês para a indústria vender discos e quinquilharias, houve de fato uma revolução jovem, cortando uma linha bem definida entre a velha geração da Segunda Guerra e seus valores, e uma nova geração que buscava libertação dos traumatizados pós-guerras. Os pilares desse "movimento", mesmo que inconsciente para alguns dos seus "ativistas", foram Bob Dylan, os Beatles e os Rolling Stones. Por isso, falar de qualquer um desses três obriga também a falar em influencias em um contexto social. Muitos intelectuais agiriam para que a contracultura deslanchasse politicamente. Nomes como Abbie Hoffman, Jerry Rubin, Bobby Steale, e Angela Davis, são apenas alguns que fizeram as pessoas pararem para pensar diferente. Mas foram os Beatles, os Rolling Stones e Bob Dylan, através da música, que refletiram todas as tendências que repercutiriam entre a grande maioria dos jovens do primeiro mundo e em seguida, no resto do planeta.
Essa revolução se fez presente não só através da música, mas através da arte, dos cabelos, das roupas e principalmente da atitude. Os jovens intelectuais, inflamados pela música e motivados pela literatura de poetas Beatnicks, viam os recentes acontecimentos como um sinal positivo. Até então, depois da fase escolar, você não tinha muitas opções. Em geral, os homens trabalhavam, preferencialmente seguindo a profissão do pai, onde, como ele, se endividavam até a aposentadoria. O papel da mulher, na maioria dos casos, era restrito ao lar, e sua felicidade se resumia a uma cozinha nova e aparelhos domésticos, modernidades rapidamente assimilada pelas classes graças ao "boom" industrial. Com a necessidade de usar mão-de-obra feminina em função da ausência de homens no mercado, quase todos lutando na guerra, a mulher começa a tomar noção da extensão de suas aptidões. Quando a guerra acaba, nem todas voltam felizes para os fogões. A Segunda Guerra oferece uma contagem de corpos sem precedentes, gerando um desequilíbrio na quantidade de crianças em relação à de adultos masculinos. Tal desequilíbrio intitularia o período como "a era do baby boom". Olhando para trás, com a guerra acabando em uma nuvem de fumaça em formato de um cogumelo, é compreensível que a geração seguinte não tivesse uma maior preocupação com o futuro. A infância durante essa guerra transformara o conceito de segurança e futuro em concepções abstratas.
Revolução de Costumes
Ao atingir a adolescência, eles se embalavam ao som do rock n' roll com uma noção, em maior ou menor consciência, de que o mundo poderia acabar no apertar de um botão. Dito isso talvez fique mais claro porque tanta coisa aconteceu na década de sessenta, quando essas crianças entraram na maior idade. O movimento feminino, o movimento pacifista, a revolução sexual, um questionamento irrestrito sobre todos os padrões de comportamento e algumas repostas postas em pratica através de diferentes tipos de comunidades alternativas. Evidentemente criou-se uma maior distância entre as gerações, e atritos foram a tônica da década. Essa distância ou atrito ganhou o nome de "generation gap", ou seja, o vácuo entre a mentalidade da geração velha e a nova. Os jovens agora tinham uma música distintamente à parte da música dos adultos, surgia a arte pop, que através do humor e critica, agredia visões tradicionais, vestuários que, com o surgimento da mini-saia e do bikini, trouxeram à tona roupas que chocavam em concepção, cor e sex-appeal. Viver em Londres em '65, a "Swinging London", outro clichê hoje em dia, era ter a convicção absoluta de que a nova mentalidade certamente iria derrubar a velha e decadente civilização ocidental para que uma nova fosse criada no seu lugar. Porém, sem uma real filosofia mais bem definida e pouca noção de limite, moral ou substância, a subversão social em alguns anos seria totalmente tragada e absorvida pelo sistema, em parte através das boutiques e da violenta dependência química.
Afora a lucidez de uma pequena parcela de hippies, nome que deriva da gíria beatnick "hip" para determinar alguém consciente ou "por dentro das coisas", a grande nação hippie, na prática, era bastante alienada, apesar do seu discurso sobre "uma consciência universal". Como confirmaria John Lennon no final daquela década, com iluminada precisão, "O sonho acabou." Quanto ao quinhão dos Rolling Stones, qual a sua parte e como é que tudo iniciou?

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Na estrada/ On the road no cinema

A missão quase impossível de adaptar On the road para o cinema.
Quem leu o livro de Jack Kerouac e se ainda por cima vagou por aí sem rumo, atravessou um continente de carona, ou pelo menos o seu estado, sabe do que estou falando, vamos ver.

Alguns trechos do livro:
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“Maldita cidade! A carona que consegui pegar foi com um sujeito magricela e desfigurado que acreditava no jejum como forma de preservar a saúde. Quando lhe contei que estava morrendo de fome, enquanto rodávamos para o leste, ele disse: “Muito bom, muito bom, não há nada melhor para você. Eu mesmo não como há três dias. Vou viver até os 150 anos”. Ele era um saco de ossos, um boneco desengonçado, um palito quebrado, um maníaco. Eu poderia ter pego carona com um gordo endinheirado que diria: “vamos parar nesse restaurante e comer umas costelas de porco com feijão.”.

“Ah, os orifícios do ofício.”

“e agora ela estava se dirigindo claramente para fora da minha cabeça ainda que suspensa na ponta da língua da minha mente.”

“Algo, alguém, algum espírito nos perseguia, a todos nós, através do deserto da vida, e estava determinado a nos apanhar antes que alcançássemos o paraíso. Naturalmente, agora que reflito sobre isso, trata-se apenas da morte: a morte vai nos surpreender antes do paraíso. A única coisa pela qual ansiamos em nossos dias de vida, e que nos faz gemer e suspirar e nos submetermos a todos os tipos de náuseas singelas, é a lembrança de uma alegria perdida que provavelmente foi experimentada no útero e que somente poderá ser reproduzida (apear de odiarmos admitir isso) na morte.”
 

“Algum dia a humanidade compreenderá que, na verdade, estamos em contato com os mortos e com o outro mundo, seja ele qual for; nesse exato instante, se apenas exercitássemos nossa força mental o suficiente, poderíamos prever o que vai acontecer nos próximos cem anos e seríamos capazes de agir para evitar todas as espécies de catástrofes. Quando um homem morre, seu cérebro passa por uma mutação sobre a qual não sabemos nada agora, mas que será bastante clara algum dia, se os cientistas se ligarem nisso. Só que por enquanto esses filhos da puta estão interessados unicamente em ver se conseguem explodir o planeta.”

“Parecia apenas uma questão de minutos quando começamos a rodar pelo sopé das colinas de Oakland e, repentinamente, atingimos o cume e vimos, esparramada à nossa frente, a fabulosa cidade de São Francisco, clara, sobre suas onze colinas místicas, com o Pacífico azulado e sua muralha elevada com a plantação de batatas ao longe, sob a névoa, e fumaça e resplendor no fim de tarde do tempo.”
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sexta-feira, 6 de julho de 2012

Anti o que mesmo? U curintchia?


O Corinthians ganhou a Libertadores, muito bom, porem isto já é passado, foi há muito tempo atrás, ontem, baseado na velocidade e ansiedade por noticias e acontecimentos que a grande maioria das pessoas vivem. Eu como corinthiano, um cidadão que dês de a época de criança torce por este time, porque o meu pai na época era torcedor do Corinthians, de tudo o que aconteceu e eu que não sou fanático apenas gosto de jogo bom de futebol, não vou esquecer de uma coisa; a nova religião, o anti- corinthianismo, quanto esforço que eu vi de tanta gente falando um monte de besteira, entre elas que corinthiano é tudo bandido, qualquer pessoa que rala e já pegou trem lotando e ônibus, sabe que a maioria dos torcedores que lotam os estádios são trabalhadores, muitos moram em favelas, tanto corinthianos , palmeirenses, São Paulinos e morar em favela, embora eu gostaria que todas as pessoas tivessem uma moradia decente que não tem por falta de comando de vários governos, não faz de ninguém uma pessoa ruim, sem qualificação, não dá titulo de marginal pra pessoa alguma, inclusive tem muito bandido mais perigoso que se veste bem e mora em condomínio de luxo, desvia milhões de reais dos cofres públicos. Tudo bem que a zoação faz parte do futebol, sem isto o jogo não teria muita graça mas eu só fico pensando se no lugar de ser anti corinthiano ou anti o unidos do jardim da casa do carvalho, fossem antes de tudo, anticorrupção, anti aumento de salários exagerados para marajás do Brasil, anti- balas perdidas que matam pessoas todos os dias, anti- fome e usassem mais a Internet pra mudar tudo isto.

Noiz é curintia
 
Noiz é curintchiano
noiz é tudo bandidu então
noiz mora em favela, todo mundu e noiz não presta
noiz nem pode festeja
noiz então não pode ganha
noiz pega o tren lotadu, onibuz
e mesmu assim noiz é ladrão
mais você divindidade, oh grande torcedor sabio que tudo vai separando, catalogando,julgando
Quié que se faz de bom pru planeta
Pro mundu, fora vomitar a sua meleca de cerebru na Internet
Qui é qui se faz pra meiorá a violencia nos estadios, fora dos estadios, nos bares que matam varias pessoas todos os anos


quarta-feira, 4 de julho de 2012

For sale is a country wide facing the sea and immense area ready to be cleared


O problema do brasileiro de não saber o que faz os caras que ele colocou ou não colocou no poder é este; você não esta preocupado com o que acontece lá em Brasília, mas muita gente lá dentro esta e sabe que aquilo é uma mina de ouro e pode fazer leis pra dar sustentação aos seus projetos pessoais e com isto a população cada vês mais pobre é obrigada a fazer novas favelas nas grandes cidades, então o que acontece nas grandes cidades? Não há espaço e trabalho pra todo mundo e boa parte destas pessoas se matam entre elas mesmas em brigas, outras vão vender mercadorias nas ruas da cidade tendo que correr da policia, trabalhar quase como escravos lotando mais ainda trens, onibus e por aí vai.




Se projeto vingar, estrangeiro poderá controlar até ‘uma Suiça’ dentro do Brasil

publicado em 4 de julho de 2012 às 2:20
por Luiz Carlos Azenha
Como dizia aquela famosa atriz, a Kate Lira, “brasileiro é tão bonzinho”…
Vende de forma descontrolada o melhor minério de ferro do mundo.
Permite a montadoras que remetam um Bolsa Família e meio para as matrizes (U$ 14,6 bi) em pouco mais de três anos.
Autoriza um estrangeiro endinheirado a montar um enclave em território brasileiro do tamanho de uma Suiça.
E nada disso, infelizmente, é exagero.
No último dia 13 de junho, a Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados aprovou relatório substitutivo do deputado Marcos Montes (PSD-MG) que libera, quase sem limites, a compra de terras por empresas nacionais controladas pelo capital estrangeiro.
Gerson Teixeira, da Associação Brasileira de Reforma Agrária (Abra), acredita que se o governo Dilma não reagir vai se ver diante de outro Código Florestal, no qual alegadamente foi pego de surpresa pela bancada ruralista.
“Esse projeto sinaliza a abertura total das terras para capital estrangeiro, permitindo que empresas se apoderem da biodiversidade e de recursos naturais do Brasil de acordo com seus interesses”, afirmou Gerson, segundo nota publicada no site do Movimento dos Sem Terra (MST).
“O único limite objetivo previsto no anteprojeto diz respeito à proibição, já prevista na atual legislação, para que os estrangeiros adquiram ou arrendam área superior a ¼ da superfície dos municípios, sendo que, neste limite, pessoas da mesma nacionalidade não poderão deter mais de 40%”, informou a bancada do PT na Câmara, em sua análise do substitutivo aprovado.
Considerando que o maior município brasileiro, Altamira, no Pará, tem área de 160 mil km quadrados, o limite superior para aquele município seria de 40 mil km quadrados, ou seja, uma Suiça!
Na nota divulgada no site do MST, há um alerta: “Por se tratar de um projeto terminativo, basta passar nas comissões de Constituição e Justiça e de Finanças e Tributação para que seja votado no Senado Federal”.
O relatório do deputado Beto Faro (PT-PA), que foi tratorado pelo substitutivo de Marcos Montes, propunha limite máximo de 5 mil hectares.
O deputado do PSD argumentou, em defesa de seu projeto, que é preciso dar segurança jurídica a investidores, de acordo com texto publicado no site do partido:
Para Marcos Montes, esse é o momento do País captar recursos. “Essas aquisições de terras são, normalmente, para fins de empreendimentos de longo prazo como a questão das florestas, da cana de açúcar e isso é interiorizado; as extensões de terra são adquiridas mais no interior do país, em locais onde nós precisamos de mão de obra”, defendeu. De acordo com o parlamentar, o setor de florestas parou de investir devido à inquietação jurídica que ainda é muito grande, entre outros investimentos de quase R$ 40 bilhões, que gerariam cerca de 40 mil empregos no total.Essas ações são para que a gente tenha menos conflito jurídico depois que foi estabelecida uma normativa da Advocacia-Geral da União (AGU) que criou uma situação muito inquietante naqueles empresários que já adquiriram e querem adquirir terras. Além disso, vai proporcionar a possibilidade do produtor rural arrendar as suas terras para diversas atividades e, mais do que isso, preservando a soberania nacional”, enfatizou.
A normativa da AGU a que se refere o deputado limitou a venda de terras brasileiras a estrangeiros ou empresas brasileiras controladas por estrangeiros.
Em sua crítica ao texto aprovado, a bancada do PT observou que o projeto de Marcos Montes “veda a compra de terras por ONGs e Fundações estrangeiras e por Fundos soberanos. Todavia, as proibições têm validade apenas para discursos à medida que pela proposição, uma empresa com 0.1% de capital nacional, e o restante, estrangeiro, passa a ser considerada empresa brasileira estando, portanto, livre para a compra de imóveis rurais no país em quaisquer dimensões. Uma indagação ao ilustre autor do Relatório: qual a dificuldade para uma empresa ou ONG estrangeira usar um ‘laranja’ brasileiro com 0.1% de capital nacional e se transformar em empresa brasileira?”.
Também observa que “o §1º, do art. 3º da proposição, simplesmente habilita para a compra de terras no Brasil as companhias de capital aberto com ações negociadas em bolsa de valores em qualquer lugar do mundo. Ou seja, proíbe as ONGs, mas abre o território do Brasil para empresas que apostam na especulação mundo afora”.
A bancada do PT também critica o artigo que “veda o arrendamento por tempo indeterminado, mas sem fixar esse prazo que poderá ser de 300 anos, por exemplo”.
Não é difícil entender os motivos que levaram a bancada ruralista a aprovar a proposta de Marcos Montes.
Esta semana, o Estadão publicou reportagem de Márcia de Chiara:
Puxados pela disparada das cotações dos grãos, especialmente da soja, e pela queda nos juros, os preços médios das terras para o agronegócio no País subiram 50% em três anos, com aceleração maior nos últimos 12 meses. A tendência é as cotações continuarem em níveis elevados, apesar da desaceleração da agricultura, que afetou o desempenho do Produto Interno Bruto (PIB) do primeiro trimestre. Entre março de 2011 e abril deste ano, a valorização média da terra no País foi de 16,5%, segundo pesquisa da Informa Economics FNP, consultoria especializada em agronegócio. A alta de preços é mais que o triplo da inflação acumulada no período, de 5,1%, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Em abril deste ano, o preço médio de um hectare estava em R$ 6,7 mil. “É a maior cotação média registrada pela pesquisa, que começou a ser feita em 2002″, afirma Nadia Alcantara, gerente técnica da Informa Economics FNP.
Como o próprio deputado Marcos Montes notou, em sua entrevista, o projeto dele ”vai proporcionar a possibilidade do produtor rural arrendar as suas terras para diversas atividades”.
A entrada do capital estrangeiro, além de turbinar a valorização das terras, reforça a possibilidade de arrendamento dentro de padrões convidativos.
Mas, de acordo com a bancada do PT, “estamos tratando do controle de um recurso absolutamente estratégico para o presente e o futuro do nosso país: a terra e, derivadamente as florestas, os recursos naturais em geral e, do subsolo, em particular. Os movimentos especulativos com a terra conduzidos por diversas frações do grande capital internacional estão organicamente relacionados com os movimentos especulativos com os alimentos e os negócios nos mercados voluntários de carbono, alvo dos membros do G20 em torno de um aparato regulatório em escala global”.
A bancada do PT também observou que a proposta do deputado Beto Faro, atropelada pelos ruralistas, não rejeitava o investimento estrangeiro em terras brasileiras:
“…são previstos limites de áreas e outros controles para as operações de aquisição de terras por estrangeiros. Todavia [a proposta] delega ao Congresso Nacional a possibilidade de ampliação desse limite, observados os interesses maiores do país. Qualquer empreendimento estrangeiro sério em execução no Brasil, integrado às estratégias nacionais, jamais deixaria de ser apoiado por este parlamento em caso de necessidade de adicional de área para a expansão do projeto”.
O deputado Valmir Assunção (PT-BA), que defende os interesses de pequenos agricultores no Congresso, disse em entrevista ao Viomundo que, se aprovado o projeto de Marcos Montes, haverá concentração ainda maior na posse de terras no Brasil.
Deu como exemplos projetos que estão sendo desenvolvidos na Bahia. Na região de Barreiras, o próprio governo estadual incentiva os chineses a implantar um projeto de esmagamento de soja. No extremo Sul, as empresas Veracel, Suzano e Fibria produzem celulose. Na região de São Desidério há grande produção de algodão.
Segundo ele, a possibilidade de compra ilimitada de terras vai permitir que grandes empresas, que dispõem de capital, assumam controle ainda maior sobre a economia local.
Valmir Assunção também informou que desde outubro de 2011, quando começou o trabalho de preparação do relatório, o deputado Beto Faro (PT-PA) não conseguiu um posicionamento oficial do governo Dilma a respeito do tema.
http://www.viomundo.com.br/denuncias/se-projeto-vingar-estrangeiro-podera-controlar-ate-uma-suica-dentro-do-brasil.html
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Raul Seixas/ Aluga-se o Brasil

terça-feira, 3 de julho de 2012

Di Melo/ A musica brasileira de qualidade


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Uma destas sexta feiras, destas que todo mundo sai na noite pra simplesmente virar a madrugada, tomar  cerveja, conhecer gente, eu, lá pelas 2 hs da manhã ainda estava tentando uns trocados vendendo artesanato e alguns discos de vinil na calçada da Rua Augusta SP, na carona deste movimento das pessoas que descem e sobem a rua festejando a noite. De repente para um cara com uma moto, estaciona na minha frente e começa a trocar uma ideia enquanto vai se ajeitando, estacionando, um “cara” tranquilo, parecia que já o conhecia há muito tempo. Foi conversando, olhou uns discos que eu estava vendendo, ele também carregava um vinil que eu perguntei quanto tinha pago; Este sou eu disse, enquanto dei uma rápida olhada na capa e não reconheci quem era. Dias depois fui pesquisar quem era Di Melo, o “cara” daquele disco que fora do Brasil vale pelo menos 700 reais. Na Internet, vi alguns vídeos e como já escrevi neste blog sobre a questão da vantagem de não ter muita pretensão e pressa, mas que o que valesse a pena iria aparecer no meu blog, então, baseado nisto posso dizer que Di Melo é daquelas raras pessoas que transmitem simplicidade, não simples de simplório, mas de qualidade e sabedoria que naturalmente você vai ouvir na sua musica que eu prefiro não catalogar por ter este som a sua marca, originalidade Ele dá o recado e eu sem problema algum, colocaria o seu nome junto aos grandes da musica brasileira e do mundo. Segundo o que muitos dizem sobre tanto tempo longe da grande mídia, eu mesmo não conhecia o seu trabalho, mas trabalho bem feito de qualidade é atemporal, pode ficar um tempo esquecido mas a qualquer momento volta com tudo, assim como também existem artistas que por algum motivo não ouvimos, filmes e livros que não conhecemos. A minha “praia” sempre foi o rock, mas sempre gostei de musica boa, de qualidade, independente do estilo. Conheci muita coisa do Nordeste nos anos 70 e 80, Quinteto Violado, Fagner, Elomar, Alceu Valença e mais um monte de gente que no final esta musica me levou a morar 10 anos no NE, terra onde ouvi mais um tanto de coisas boas de artistas conhecidos e outros desconhecidos e no caso agora de Di Melo, Pernambucano, eu nem estranho o fato de eu não ter conhecido antes a sua musica porque eu caminho por aí sem pressa, sem direção e neste movimento as coisas acabam chegando, como os bons livros, filmes, boas bandas. Não existe tempo pra arte, pro trabalho de qualidade que pertence as coisas do universo que estão fora da nossa ideia de espaço e tempo.
Vanderlei Prado










Imagens/Google













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